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Possui graduação em Fisioterapia (2003), mestrado em Biologia Celular e Estrutural pela Universidade Estadual de Campinas (2006), Doutorado pelo Universidade Federal do Rio de Janeiro-UFRJ (2010) e Pós-doutorado também pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Além disso, realizou estágio de doutorado sanduíche na Harvard Medical School sob supervisão do Dr. Larry Benowitz. Apresenta experiência na área de Morfologia com ênfase em microscopia eletrônica, cultura de células e análises bioquímicas e em particular experiência na área de histologia do sistema nervoso central e periférico com ênfase no estudo dos mecanismos de regeneração após utilização de terapia celular e molecular como forma de tratamento. Apresenta também experiência na análise da atividade locomotora de camundongos. Atualmente é orientadora de Mestrado e doutorado no Programa em Anatomia Patológica do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, UFRJ e Jovem Cientista do nosso Estado/FAPERJ.
Projeto: Efeitos da inosina na fase subaguda da reabilitação em um modelo de lesão compressiva da medula espinal em camundongos
Linha de pesquisa: Processos biológicos aplicados à estrutura e função na reabilitação
Descrição: O uso da inosina se mostrou positivo em modelos de lesão no Sistema Nervo Central que incluem a transecção unilateral do tratocorticoespinal, lesão da medula espinal, esclerose múltipla, na doença de Parkinson e no Acidente Vascular Cerebral. Recentemente, um estudo do nosso grupo apresentou resultados positivos do uso da inosina em um modelo compressivo do nervo isquiático, sendo o pioneiro no uso dessa molécula no Sistema Nervoso Periférico. Dessa forma, o objetivo deste projeto é entender os eventos que ocorrem imediatamente após a lesão que podem resultar em uma melhor regeneração.
Possui graduação em Fonoaudiologia pela Universidade de Fortaleza (1989), Mestrado em Distúrbios da Comunicação Humana (Fonoaudiologia) pela Universidade Federal de São Paulo (1999) e Doutorado em Distúrbios da Comunicação Humana (Fonoaudiologia) pela Universidade Federal de São Paulo (2003). Atualmente é Professor Associado da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Publicou vários artigos científicos em periódicos especializados e inúmeros trabalhos em anais de eventos científicos. Escreveu capítulos de livros e organizou livros publicados. Tem experiência na área de Audiologia clínica e Infantil, com ênfase em Processamento Auditivo Central.
Nome do Projeto: Prevenção, diagnóstico e reabilitação dos Transtornos do Processamento Auditivo Central.
Linha de pesquisa: Processos biológicos aplicados à estrutura e função na reabilitação
Descrição do Projeto: A audição é elemento fundamental para a comunicação. O projeto tem por objetivo prevenir, diagnosticar e tipificar as alterações do Sistema Auditivo Periférico e Central, em pacientes com distúrbios da comunicação humana. Abordará os aspectos teóricos da fisiopatologia dos distúrbios do processamento auditivo central em crianças, adolescentes e adultos com distúrbios da comunicação e ainda esclarecerá os diferentes tipos de Treinamento Auditivo, bem como as do paciente às diferentes estratégias.
E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Professor Adjunto da Universidade Federal do Rio de Janeiro (2020-atual), onde ministra as disciplinas Atletismo e Orientação (Departamento de Corridas da Escola de Educação Física/UFRJ). Professor do Programa de Pós Graduação em Educação Física da UFRJ. Participou em competições de Atletismo em pista (meio fundo) a partir de 2001 (com bolsa atleta estudantil) e a partir de 2008 atuou como treinador de corrida de rua. No Esporte Orientação, foi primeiro colocado no Ranking Brasileiro em 2006 (H20). Em 2011 ingressou na docência no Ensino Superior, passando por quatro Instituições (UGB/FERP, Estácio, IBMR/Laureate e UFRJ), com experiência em gestão de curso (coordenador do IBMR/Laureate) e na Comissão Própria de Avaliação (CPA-IBMR). Coordenador da Pós graduação de Nutrição Esportiva (Instituto Luciana Harfenist) e professor em diferentes especializações no Brasil. Em 2015 foi professor supervisor do Projeto de Extensão Esporte Mais que Especial. Atualmente é Editor chefe do Jornal de Investigação Médica (2020 - atual). Em 2016 trabalhou no Revezamento dos Jogos Olímpicos como guardião da Chama Olímpica. Possui certificação em Triathlon (Nível II CBTRI) e profissionalmente já trabalhou em Escolas, Academias e Clubes. Realizou Pós Doutorado no Instituto de Nutrição Josué de Castro (UFRJ). Concluiu o Doutorado em Ciências, na faculdade de Medicina (Endocrinologia) UFRJ; Mestrado em Educação Física na Escola de Educação Física da UFRJ; Especialização em Treinamento Desportivo (avaliação do método de treino de atletas de corrida) UFRJ; Graduado em Educação Física (Licenciatura Plena) na UFRJ. Desenvolve projetos de pesquisa nas áreas de Atletismo, Orientação, Triathlon, Treinamento Físico, Bioquímica e Fisiologia.
Laboratório: Laboratório de Bioquímica do Exercício e Motores Moleculares (LaBEMMol)
Projeto: Respostas bioquímicas e fisiológicas do treinamento cardiorrespiratório e neuromuscular de atletas ou pessoas com esteatose hepática e obesidade
Linha de Pesquisa: Processos biológicos aplicados à estrutura e função na reabilitação
Descrição: As respostas bioquímicas e fisiológicas decorrentes do treinamento cardiorrespiratório e neuromuscular são amplamente conhecidas, mas poucas delas são suficientemente práticas para serem utilizadas como ferramentas de trabalho pelos professores de educação física. A produção de conhecimento acerca das variáveis de treinamento, como volume, intensidade, frequência, tipo, duração e progressão, ainda demanda considerável esforço científico. Na prática regular de exercício físico, a diferença entre o efeito terapêutico e o efeito lesivo reside na “dose” (ex.: remédio vs. veneno). Portanto, os objetivos deste projeto são: a) identificar marcadores bioquímicos e de desempenho para controle da carga de treinamento; b) identificar marcadores bioquímicos para a detecção precoce de rabdomiólise; c) desenvolver estratégias para reduzir o tempo de recuperação entre sessões de treino; d) avaliar diferentes estratégias de treinamento físico para a otimização do desempenho; e) investigar os efeitos agudos e crônicos dos exercícios cardiorrespiratórios e neuromusculares sobre o desempenho físico, parâmetros bioquímicos e fisiológicos de atletas ou pessoas com esteatose hepática e obesidade.
Possui graduação em Fonoaudiologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2005), Aperfeiçoamento Prático em Fonoaudiologia Hospitalar (2005), Especialização em Motricidade Orofacial em Oncologia pelo Hospital do Câncer A. C. Camargo - SP (2007), Mestrado em Educação em Ciências e Saúde pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2009), Título de Especialista em Motricidade Orofacial pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia (2009), Aperfeiçoamento em Formação Pedagógica para Preceptores do Internato Médico pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2011) e Doutorado em Ciências pelo Programa de Pós-Graduação em Clínica Médica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (2020). Atualmente é Professora Adjunta do Curso de Fonoaudiologia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro e Preceptora da Residência Multiprofissional em Saúde do HUCFF/UFRJ. Tem experiência na área de Fonoaudiologia, com ênfase em Disfagia, Fononcologia e Motricidade Orofacial, atuando principalmente nos seguintes temas: Fonoaudiologia Hospitalar, avaliação e terapia fonoaudiológica nos distúrbios de deglutição, voz e fala em indivíduos acometidos pelo câncer de cabeça e pescoço, avaliação videoendoscópica da deglutição, inter-relação Voz e Deglutição, Apneia Obstrutiva do Sono e Audiovisual Educativo em Fonoaudiologia.
Projeto: Avaliação e reabilitação dos transtornos da deglutição
Linha de pesquisa: Processos de promoção à saúde e prevenção de agravos na reabilitação
Descrição: A deglutição é uma das funções do sistema estomatognático, considerada vital aos seres humanos. Alterações da eficiência ou da segurança da deglutição podem prejudicar a qualidade de vida e acarretar complicações graves, como desnutrição, desidratação, perda de peso, pneumonias por aspiração e, até mesmo, ameaça à vida. A detecção e o manejo adequados da disfagia podem melhorar o bem-estar, a qualidade de vida e prevenir complicações. Dessa forma, este projeto tem por objetivo avaliar e caracterizar a deglutição de indivíduos com condições de risco para disfagia, bem como estudar os efeitos das estratégias de intervenção fonoaudiológica aplicadas aos transtornos de deglutição.
Professora adjunta do Departamento de Terapia Ocupacional da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Doutora em Educação Especial pelo Programa de Pós-Graduação em Educação Especial da Universidade Federal de São Carlos. Mestre em Terapia Ocupacional pelo Programa de Pós-Graduação em Terapia Ocupacional da Universidade Federal de São Carlos (2012). Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia. Especialista em Saúde Pública e Envelhecimento pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (2003). Possui graduação em Terapia Ocupacional pela Universidade Federal de São Carlos (2002). Experiência em gerontologia no âmbito ambulatorial, domiciliar, centro-dia e em instituições de longa permanência. Prática em gestão de cuidadores de idosos em instituições de longa permanência. Experiência em ministrar aulas e treinamentos e em sistemas de qualidade na área da saúde (ISO 9000, ISO 14000 e Joint Commission Interrnational). Principais áreas de atuação: Terapia Ocupacional, Gerontologia, Participação Social, Tecnologia Assistiva e Cuidados Paliativos.
Grupo de Pesquisa: Envelhecimento humano: saúde, cultura e sociedade
Projeto: Participação em ocupações de pessoas idosas institucionalizadas e não institucionalizadas e de seus cuidadores
Linha de Pesquisa: Processos de promoção à saúde e prevenção de agravos na reabilitação
Descrição: O engajamento ocupacional se modifica de acordo com os interesses de cada indivíduo e a sua faixa etária. A população idosa pode diminuir o seu envolvimento em atividades instrumentais de vida diária, de lazer e as que envolvem a sua participação social por motivos diversos. Objetivo: Identificar se há diferenças entre o nível de participação de pessoas idosas institucionalizadas (Instituição de Longa Permanência e hospitais) e não institucionalizadas (residentes na comunidade) no que se refere às atividades instrumentais de vida diária, sociais e de lazer de baixa e alta demanda. Espera-se identificar diferenças no engajamento entre pessoas idosas institucionalidade e não institucionalizadas em atividades instrumentais de vida diária, participação social e de lazer de baixa e alta demanda e fatores pessoais e ambientais associados a esta questão. Tem a intenção ainda de, futuramente, contribuir com estudos das propriedades de medida do Activity Card Sort (ACS) no contexto nacional. Além disso, o estudo poderá favorecer a ampliação das discussões voltadas para o campo da geriatria/gerontologia e reabilitação.